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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

"InspiraSÃO"


♪ ♫ ♩ As luzes de São são sons
As luzes de São são sons
Que embalam o caminho do meu coração
Que embalam o carinho no meu corpo
Que embalam o caminho no meu coração
Que embalam o caminho da minha cor

Oh Flor Guerreira que rego no meu peito!
Oh Estrela que rege o meu astral!
Oh Vida Ativa que ainda se mantém viva
Na memória do Amor Atemporal!

É com a saia que era dela que hoje eu vou sair
É com a saia que era dela que eu hoje eu vôo
É com a saia que era dela que hoje eu vou sair
É com a saia que era dela que eu hoje eu vôo...

As cores de São são sons
As luzes de São são sons ♪ ♫ ♩

"InspiraSÃO" - Giselda Gil, 06:59

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

A História do Cocô (Cocoricó)

Uma história ecolóGica sobre natureza, responsabilidade, adubo, utilidade, respeito, natureza, empatia, cuidado para os alunos do Proinfância de Minas Novas - MG.



A História do Cocô

O cocô mais bonito que já fiz



"Já tô acostumado,
Já tô acostumado a ser pisado,
Maltratado,
Ser jogado pro esgoto,
Ser usado como xingamento,
Palavrão,coisa ruim.

Já tô acostumado.

Ah coitado!
Que coitado o que?
Ele é um cocô!
Ô seu cocô,não fique chateado.
É mesmo,
O que há de errado?



Vou contar a minha história,
Uma triste,
Triste história,
Me chamam de fedido,

Fedido!
Nojento,

Nojento!
Caca,

Caca!

De tudo que é ruim.
Ninguem gosta de mim,
Mas eu não tô nem aí,
Eu sô cocô,
E eu nasci assim.


Já tô acostumado,
cocô,
cocô,
olha o cocô!
Já tô acostumado,
cocococô!

Hihi,cocô!

Hnf,hnf,
Cocô.


Eu existo,
porque vocês são bichos,
que gostam de comer.

Milho é muito bom!
Hum,chocolate!
Hum,grama!

E tanta comida serve pra que?

Pra gente ficar mais forte,
Mais bonito,
Mais crescido ó!


Mais todo bicho que gosta de comer,
Depois do que ele come,
Lá dentro da barriga ele faz o que?
Cocô!
Faz o cocô!
Cocô!
Ele faz o cocô,
Yeah,
Yeah,
Uuuuuuuu,
Ele faz o cocôôôôô,
Uôuô!


Opa!
Me dá uma licencinha?

Cocô,
Cocô.

Hihihi,
cocô.

Tá,
Mais agora posso limpar você daí?

Ah,limpa Júlio,
Cocô não serve pra nada mesmo.


Opa!
Inútil não!

Tem muito bicho,
Que acha que cocô é lixo,
E não serve pra nada
Que acabou.
Ô bicho,
Você não sabe de nada,
Cocô ajuda a terra a fazer comida pra você comer,
Yeah!


Ãããã???
É verdade,
o meu avô!

Nada como um cocô de vaca,
De cavalo,
Ou de galinha,
Pra adubar a terra...

Ô cocô,
Então você gosta de voltar pra terra?



Eu amooo...
A terra e minha mãe,
Ela me quer,
Tchutchurutchururu,
Com ela eu sou feliz,
Tchutchururururu,
Eu ajudo,
Ajudo,
Ajudo,
Ajudo,
Eu viro adubo,
Adubo,
Adubo,
Adubo,
Meu cheiro vai saindo,
Seco e sou feliz!
Yeah!



Óóóóóóóó,
Ó tá de parabéns viu seu cocô.

Obrigada,
Obrigada."

domingo, 14 de dezembro de 2014

eu só sei de mim, de nós, de todo mundo...




Lapidando a consciência e transmutando a ironia socrática, a categoria aristotélica e o idealismo platônico imposto, resgato o impulso que me leva a experimentar o que real-mente gosto através de experiências como estas que trazem o Amor exposto. É no AGORA que temos VEZ e VOZ para expressar toda a sensibilidade e acolhimento que necessita a educAÇÃO. Quem ama o que faz também sente o que se sabe. Me emocionei bastante com o filme todo, mas nos 44:16 particularmente me estremeci de encantamento com as crianças curiosas, correndo atrás e pegando um sapo/perereca na mão - desconstruirei tanta coisa em mim, que sinto que um dia ainda chegarei lá nessa tamanha pureza corajosa, assim de mãos e olhos abertos.
"Não sei porque todo mundo tem nojo de sapo, tipo minha mãe" 
Gratidão pelos ensinamentos, criançada iluminada!
Salve Mestre Tião Rocha!

Giselda Gil - Mamãe educadora
 Capivara Humanizada

"O documentário “Quando sinto que já sei” registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.

Projeto independente, o filme partiu de questionamentos em relação à escola convencional, da percepção de que valores importantes da formação humana estavam sendo deixados fora da sala de aula.

Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras – projetos que estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade."

sábado, 19 de julho de 2014

Boa passagem Rubem Alves!

Grande Mestre de um eterno sorriso e palavras de corAÇÃO!
GRATIDÃO POR SUA VIDA VIVA E POR INSPIRAR TANTO MINHA EducAÇÃO!
Sou muito feliz pelo contato com a sua obra atemporal recheada de sabedoria e sensibilidade... 
Que sorte a minha e da minha plantinha por nos assegurar em sua delicada e poética imortalidade!!!

Dandara em seus primeiros passos voadores
"Somente os pássaros engaiolados são dignos de confiança. Pássaros engaiolados não fogem. Mas, ao se engaiolar o pássaro, perde-se a beleza do seu voo, que era o que se amava.
Pássaros engaiolados transformam-se em patos gordos. Patos gordos são dignos de confiança: nem podem nem querem voar. Os espaços vazios não os fascinam. Nunca olham para cima, só para baixo. Nem sabem da existência do céu. Já os pintassilgos são indignos de confiança. Sabem voar. Basta que a porta da gaiola se abra para que voem.
Mais fundamental que o amor é a liberdade. A liberdade é o alimento do amor. O amor é pássaro que não vive em gaiola. Basta engaiolá-lo para que ele morra. Ter ciúme é reconhecer a liberdade do amor. O desejo de liberdade é mais forte que a paixão. Pássaro, eu não amaria quem me cortasse as asas. Barco, eu não amaria quem me amarrasse no cais." 
Rubem Alves

domingo, 6 de julho de 2014

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Pra estudar te obrigaram e pra voar alguém já te convidou?

Boa tarde Crianças!!! A Gi chegou... Foto tirada na escolinha que trabalho feliz!


XIII

As coisas não querem mais ser vistas por pessoas razoáveis:
Elas desejam ser olhadas de azul - 
Que nem uma criança que você olha de ave.

XIV

Poesia é voar fora da asa

Manoel de Barros
no Livro das Ignorãças