Mostrando postagens com marcador Percepção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Percepção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de março de 2016

EducAÇÃO Integral


Acordo num pulo, alongo o corpo e mente pra mais um dia de trabalho integral com crianças: a cria que insiste em ficar na cama, o caminho até a escola, o contato direto com a "adolescência" de bebês entre 2 e 3 anos... saímos da escola, chegamos em casa, a cria dorme o soninho da beleza, começo a estudar e quem disse que a criançada da escola na frente de casa deixa? 
Haja enerGia! 
Haja Ginga e Gisposição pra não pirar o cabeção nesse mar imenso de pureza e preciosa percepção chamado EducAÇÃO!

Giselda Gil, 14:02

sábado, 6 de dezembro de 2014

DE-SA-PE-GO

  Seguimos nessa troca de ensinamentos rumo ao eterno aperfeiçoamento...

exemplo pra vida
é o que me sinto
a cada olhar dela,
uma rara absorção

esponja de estímulos
o que te devo nessa vida?
apresentar minha essência
consciente-mente careca
e a vida em sua eterna contradição.

[poema para foto/fato]
-Primeira vez que ela me vê com a cabeça raspada: minha lição de DESAPEGO + uma das primeiras vezes que pinto as unhas depois que ela nasceu - choro insistente até que eu pintasse a dela igual: lição dela pra mim de que o mundo material existe e nós podemos brincar bastante com ele sempre - por mais liberdade de expressão do que mera/imposta vaidade ;)

domingo, 1 de junho de 2014

O popó na pia da vovó

O popó solto: atração em nosso quintal

Era uma vez uma galinha em nosso quintal tão bonitinha que mamãe tirou essa foto dela, que até parece um quadro não é mesmo?
Eu corri dela, brinquei com ela, imitei seu popopopoóóóó, mamãe sentiu dó porque ela dormiria no frio e vovó disse: "larga de ser besta, galinha dorme no tempo!" e foi dormir refletindo sobre essa frase e realidade sonhando com a possibilidade de trazê-la pra dormir com a gente. Mas mamãe não teve coragem, essa galinha com os olhos congelados de olhares profundamente intrépidos (mesmo com as perninhas finas tremendo os músculos e os pés de insegurança e medo) de quem defende seus filhotes e sua vida até o fim, até mesmo sem consciência, sentia o motivo pelo qual estava ali em nosso quintal, por isso não demonstrou nenhuma simpatia aos nossos chamados. Olhava-nos com desconfiança, debatia suas asas e corria quando a gente chegava perto. Certa ela, coitadinha! No dia seguinte, fui pra janela logo que acordei procurando o popó e vovó disse que ela já tinha ido embora. Mamãe percebeu que eu fiquei triste e esperançosa fazendo com as mãozinhas "cadê?"... E acredita que eu a reconheci pelos pés enquanto vovó com a faca na mão, acabava de limpá-la em cima da tábua na pia para em seguida colocá-la na panela? Gritei desesperada: popóóóóó popóóóó!!!
E um sentimento de dó, culpa ou sei lá o que mais invadiu o coração da minha carnívora mamãe.

Dandara/Gi.

Foi impossível não lembrar desse vídeo que tanto me emocionou: