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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A SUPER NANY NÃO NOS REPRESENTA!!!

Estudando sobre as teorias da aprendizagem, me vem o velho Skinner e seu comportamento operante/reforço/extinção criado ao meu ver para condicionar seres maquinados, e o exemplo da apostila que especifica um ponto dessa teoria é:

"birra em crianças. Quando damos atenção (reforço) há uma tendência a aumentar o comportamento; quando ignoramos (ausência de reforço ou punição) a tendência é a extinção." (Apostila de Teorias da Aprendizagem)

Como podemos constatar: amor, paciência, afeto, empatia e criação/manutenção de relações familiares baseadas na igualdade, cooperação e respeito a gente não vê no comportamentalismo.

 "A superficialidade da supernanny não é acidental; é ideológica. Esses shows estão vendendo o “behaviorismo” ou “teoria comportamental”. O ponto principal não é criar um filho; é reforçar ou extinguir comportamentos – o que é suficiente para aqueles que, como B. F. Skinner e seus seguidores, acreditam que não passamos de uma série de comportamentos

(...)
"Esse tipo de programa eleva a arte de manipular os espectadores para um nível nunca antes imaginado. Para começar, a escolha de crianças incrivelmente “mal-comportadas” nos dá um certo sentimento de sucesso: “Pelo menos meus filhos – e minha capacidade enquanto pai ou mãe – não são tão ruins!” Indo direto ao ponto, essas famílias problemáticas nos fazem torcer por soluções totalitárias. Qualquer coisa para acabar com o tumulto." 

(Fonte: http://conexaopaisefilhos.com/2013/10/30/castigo-pessimos-conselhos-da-supernanny/)


 - Mamãe educadora Capivara MarGinal estudo, comparo, pesquiso e reflito, logo (re)existo. 07:50

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Escolarizando o Mundo

De férias da "ensinagem" acadêmica, porém a fome por aprender me faz querer estudar cada vez mais! Conhecer, se localizar, resgatar e até se espantar com tanto roubo, tanta exploração, tanta coisa óbvia que nos obrigam a esquecer... DOCUMENTÁRIO ESSENCIAL PARA QUEM DESEJA REFLETIR AINDA MAIS SOBRE A CRUELDADE DO SISTEMA CAPETAlista CORRUPTOR DE SEMENTES...

"Educação é uma ação compulsória e forçada de uma pessoa sobre a outra...Cultura é a relação livre entre as pessoas. A diferença entre Educação e Cultura está apenas na coerção, a qual a educação se julga no direito de exercer... Educação é a cultura sob limitação. Cultura é livre"


"O filme examina o pressuposto escondido da superioridade cultural por trás dos projetos de ajuda educacionais, que, no discurso, procuram ajudar crianças a "escapar" para uma vida "melhor".
Aponta a falha da educação institucional em cumprir a promessa de retirar as pessoas da pobreza -- tanto nos Estados Unidos quanto no chamado mundo "em desenvolvimento".
E questiona nossas definições de riqueza e pobreza -- e de conhecimento e ignorância -- quando desmascara o papel das escolas na destruição do conhecimento tradicional sustentável agroecológico, no rompimento das famílias e comunidades, e na desvalorização das tradições espirituais ancestrais.

Finalmente, ESCOLARIZANDO O MUNDO faz um chamado por um "diálogo profundo" entre as culturas, sugerindo que nós temos, ao menos, tanto a aprender quanto a ensinar, e que essas sociedades sustentáveis ancestrais podem ser portadoras do conhecimento que é vital para nossa própria sobrevivência no próximo milênio."

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Nossa reliGião é o PRAZER!!!

"Certa vez, uma amiga me disse: "Betto, não vou batizar os meus filhos, nem educá-los em nenhuma religião. Eles, aos vinte anos, decidam se querem seguir alguma religião e qual. Fui aluna de colégio de freiras e paguei análise muitos anos para me livrar de tabus e recalques que me foram incutidos". Eu disse a ela: "Você, como mãe, e seu marido, como pai, têm todo o direito de educar os filhos como bem entenderem, mas não concordo com a sua ótica. Você não tem escolha: ou você educa, ou a Xuxa educa, não há alternativa. Se você não der educação religiosa a seus filhos - educação aqui entendida como valores evangélicos, princípios éticos, abertura ao transcendente -, a Xuxa vai ensinar a eles o que é certo e errado, o que é bom e ruim, quem é o bandido e o mocinho, qual é o jogo ético, aético ou antiético da vida social. Você não tem escolha, ou seja, a formação da subjetividade é uma questão educativa da maior importância."

[Texto: Educar pra quê? - Frei Betto]

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Estudando / Refletindo

"(...)Está demonstrado que a falta de atenção leva a hiperatividade da criança. Mas, atenção não é superproteção. A criança gostaria de aventurar-se na cidade sozinha. Aí é importante a presença do adulto. Ele não precisa estar segurando a mão da criança todo o tempo. As crianças gostam de liberdade e de atenção dos pais, mas não gostam de superproteção e, muito menos, de vigilância.
Há duas palavras latinas muito importantes quando falamos da criança: infans e ingenuus. Infans significa “sem fala” e ingenuus significa “nascido livre”. Na verdade trata-se de duas concepções da infância. A primeira nega à criança o direito à fala, a expressar sua vontade, seus direitos; a 
segunda busca entender a criança como um ser livre, em construção permanente de sua liberdade. A criança tem necessidade de liberdade. A educação formal, escolarizada, muitas vezes burocratiza o saber.
Os adultos escutam pouco as crianças; perderam a relação de alteridade em relação a elas. É uma cultura da dependência. As escolas trabalham com a homogeneidade diante da diversidade das crianças. 
E ignoram ou desqualificam o saber delas. O direito da criança é o direito de realizar suas aspirações, o direito de ter esperança, o direito de não ler o livro que não ama. Porque aprendemos quando temos o desejo de aprender. A criança gosta mais de aprender na rua do que a escola. Às vezes tenho a impressão de que as crianças vão para a escola para se livrar dela. Na rua a criança pode fazer suas próprias regras.
Aí ela pode exercer seu direito de sujeito normativo. Na escola as regras já vêm prontas. Ela tem que obedecer e não criar regras. A criança faz espontaneamente a relação entre o formal e o não-formal. A escola precisa de regras claras, mas pode abrir-se mais para a cidade, aprender na cidade, da cidade. E aqui se coloca a questão que vem a seguir. "

domingo, 27 de abril de 2014

E a Capivara MarGinal romântica segue utopicamente atenta aos seus estudos...

"O paradigma cartesiano caracteriza-se por propor uma visão mecanicista do conhecimento, composta de várias partes menores que se unem. Assim para entender o funcionamento de qualquer máquina, objeto, é preciso desmonta-lo ou fragmentar para conhecer."

"O saber compartimentado e a visão reducionista dos problemas que são globais apenas espelham o pensamento de indivíduos formados dentro de um sistema incapaz de ver o mundo em sua complexidade. A mudança só ocorre se passarmos a refletir primeiro em nossa mudança interior, por isso a formação e as propostas pedagógicas vindas autoritariamente de cima pra baixo não funcionam"

segunda-feira, 21 de abril de 2014

KRISHNAMURTI - educAÇÃO



PERGUNTA: Que tipo de educação meu filho deveria receber a fim de encarar este mundo caótico?

KRISHNAMURTI: Esta é uma pergunta realmente muito ampla, não? Não é para ser respondida em poucos minutos. Mas talvez possa fazê-lo de modo breve e posteriormente aprofundada.
O problema não é o tipo de educação que a criança deveria receber, mas sim que o educador precisa de educação, o pai necessita ser educado. (Murmúrio de risos) Não, por favor, este não é um comentário perspicaz para vocês rirem, para se divertirem. Não necessitamos de um tipo totalmente diferente de educação? – não do simples cultivo da memória, que dê a criança uma técnica que ajudará a obter um emprego, um meio de subsistência, mas uma educação que o tornará verdadeiramente inteligente. Inteligência é a compreensão do processo inteiro, do processo total da vida, não o conhecimento de um fragmento da vida.
Assim realmente o problema é: podemos, as pessoas adultas, ajudar a criança a crescer em liberdade, em completa liberdade? Isto não significa permitir que ela faça o que gosta, mas podemos ajudar a criança a compreender o que é ser livre porque nós mesmos compreendemos o que é ser livre?
Nossa educação atual é meramente um processo de ajustamento, auxiliando a criança a se ajustar a um determinado padrão na sociedade no qual conseguirá um emprego, se tornará uma pessoa exteriormente respeitável, irá a igreja, se ajustará e lutará até que morra. Nós não a ajudamos a ser livre interiormente de modo que ao crescer ela seja capaz de encarar todas as complexidades da vida – o que significa ajuda-la a ter a capacidade de pensar, não ensinando-a o que pensar. Para isso ele mesmo, o educador deve ser capaz de libertar sua própria mente de toda a autoridade, de toda a nacionalidade, das várias formas de crença e tradição de modo que a criança compreenda – com sua ajuda, com sua inteligência – o que é ser livre, o que é questionar, inquirir e descobrir.
... Assim o que realmente está envolvido nesta questão é como educar o educador. Como vocês e eu podemos ajudar a gerar clareza em nós mesmos para que a criança possa também ser capaz de pensar livremente no sentido de ter uma mente tranquila, uma mente quieta por meio da qual coisas novas possam surgir e ser percebidas.
Esta é realmente uma questão muito fundamental, Afinal por que é que estamos sendo educados? Apenas para um emprego? Apenas para aceitar o catolicismo ou protestantismo, ou o comunismo ou hinduísmo? Apenas para se ajustar a uma certa tradição, se enquadrar num certo emprego? Ou é a educação algo inteiramente diferente? – não o cultivo da memória, mas o processo de compreensão. A compreensão não vem por meio da análise; a compreensão surge quando a mente está muito quieta, aliviada, não mais buscando sucesso e, portanto, estando frustrada, com medo de fracassar. Somente quando a mente está tranquila, somente então existe a possibilidade de compreensão e de ter inteligência. Tal educação é o tipo correto de educação a partir da qual obviamente outras coisas seguem. 
Mas muito poucos de nós estão interessados nisso tudo. Se vocês têm uma criança vocês querem que ela tenha um emprego; isso é tudo com o que estão preocupados – o que acontecerá com seu futuro. Deveria a criança herdar todas as coisas que vocês possuem – a propriedade, os valores, as crenças, as tradições – ou deve ela crescer em liberdade de modo que descubra por ela mesma o que é verdadeiro? Isso somente pode acontecer se vocês mesmos não estiverem herdando, se vocês mesmos forem livres para investigar, para descobrir o que é verdadeiro.
Obras reunidas de J. Krishnamurti: vol. IX
Amsterdam, 19 de maio, 1955 

Fonte: Krishnamurti para principiantes – Antologia Básica pág: 124

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Ivan Illich - Sociedade sem Escolas



"Esta edição relata a crítica do 

austríaco Ivan Illich ao papel

 excludente do sistema educacional

 feita no livro "Sociedade sem 

Escolas", muito influente na 

década de 1970."

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A autonomia na coletividade

"A ação humana, embora restrita à responsabilidade pessoal, tem como objetivo o interesse público. A vivência, semelhante à do eremita no deserto, é uma exceção. A questão ética diz respeito ao auxílio que cada um possa exercer na transcendência do outro. Em realidade, é a criação de condições para que o outro realize plenamente o seu projeto de vida ao qual foi destinado.

O princípio da autodeterminação moral é a base do comportamento ético adulto. Deixar-se guiar-se pelas máximas alheias é perder o eu em si mesmo. Segundo Sócrates, o ethos verdadeiro é agir de acordo com a razão, que se eleva acima do consenso da opinião da multidão, para atingir o nível da objetividade própria do saber demonstrativo. A autonomia, assim, não se realiza na solidão, mas se consolida pelo contato entre os seres humanos."

sábado, 12 de abril de 2014

O esquecedor e a sociedade da informação - Wilson Gazino

"O homem, definido pelo poeta clássico grego Píndaro como "aquele
que esquece", "o esquecedor", pensou que a máquina poderia
ajudá-lo a lembrar. Mas a máquina multiplicou o número de
informações com que o homem lida a cada dia, chegando a níveis
absurdos. Hoje uma pessoa pode ter acesso num só dia a um número
equivalente de informações que um sujeito teria a vida inteira na
Idade Média. De acordo com uma pesquisa recente feita pela Price
Waterhouse, o volume de conhecimento necessário para se manter
atualizado no mundo dos negócios dobra a cada ano. (...) Os
cérebros se tornam verdadeiras esponjas, onde a informação entra
num momento e, já descartável, é atirada ao lixo da memória, logo
em seguida. As pessoas se expõem ao estresse informativo,
recebendo esse bombardeio desordenado, sem ter controle sobre isso
e sem saber como se proteger, ou pelo menos, como selecionar de
maneira correta."

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Diferença entre Informação e Conhecimento

"Um conjunto de coordenadas da posição de um navio ou o mapa do
oceano são informações, a habilidade para utilizar essas coordenadas
e o mapa na definição de uma rota para o navio é conhecimento. As
coordenadas e o mapa são as "matérias-primas" para se planejar a
rota do navio. Quando você diferencia informação de conhecimento
é muito importante ressaltar que informação pode ser encontrada
numa variedade de objetos inanimados, desde um livro até um
disquete de computador, enquanto o conhecimento só é encontrado
nos seres humanos. (...) Somente os seres humanos são capazes de
aplicar desta forma a informação através de seu cérebro ou de suas
habilidosas mãos. A informação torna-se inútil sem o conhecimento
do ser humano para aplicá-la produtivamente. Um livro que não é
lido não tem valor para ninguém. (...)"

Na era do Capital Humano - Richard Crawford

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Licenciatura em Pedagogia


Eu que já frequentei a faculdade durante dois anos no curso de Psicologia (2009-2010)
Estou de volta à Academia, pra malhar o cérebro resistente
colhendo informação e usando mais a mente em vez de reproduzir qualquer teoria...
Agora muito mais madura e confiante, escolhi um curso já banalizado pelo ser humano errante, mas que acredito ser essencial para encaminhar minha invocada vocação de regar plantinhas!
Já que o Sistema pede um Diploma, logo mais chegarei sem pedir licença 
licenciada em PedagoGia!

1º Dia de Aula, levando na mochila alguns dos princípios essenciais de resistência à ensinagem "linha de produção" de novas sementes:

-Viva a autonomia do sapo que não lava o pé porque não quer!
-Salve a persistência e coragem da Dona Aranha que é teimosa e desobediente!
-Não devemos zombar da Barata só porque ela diz o que não tem.
-A curiosidade não matou o gato!
-Nunca será um bom conselho pedir pra uma criança parar de fazer arte!

Boa sorte pra mim nessa nova etapa onde mais uma vez terei que ser "esperta" e me esforçar bastante novamente nessa fase de escolher uma única alternativa correta entre múltiplas escolhas reflexivas!

Ao infinito e Além!
Gi.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sartre, leite e rede -> AMOR


Querida Liu,

hoje meu grande amigo Sartre me contou sobre o que acha daquele dia que também acreditamos que chegará e falamos dele pelo nosso telefonema marciano ontem: "Para mim, o que vicia as relações entre as pessoas é que cada um conserva, na relação com o outro, alguma coisa de oculto, de secreto. Penso que a transparência deve sempre substituir o segredo. E penso muito no dia em que dois homens não terão mais segredos entre si porque não mais os terão para ninguém, pois a vida subjetiva, assim como a objetiva, estará totalmente aberta." 

Bom trabalho para nós agricultoras celestes!!! Através de nosso exemplo feliz, nossas sementes serâo estrelas muito mais brilhantes... Vivaaaa!!!



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Mulher Africanas - A rede invisível

"Por que comemoramos Gandhi?
Por que celebramos Martin Luther King?
Por que comemoramos Mandela?
Dizemos porque são homens poderosos.
Acha que deveríamos ter dificuldade em celebrar as mulheres?
Não.
Porque o que King, Mandela e Gandhi fizeram é exatamente o que as mulheres fazem todos os dias em suas comunidades.
Isso também deveria ser comemorado."


"Projetadas mundialmente e participantes dos principais núcleos de discussão e decisão em seus países e também em organismos internacionais, cinco mulheres são mostradas como sustentáculo da organização política, econômica, comunitária e cultural africana por meio da narrativa da atriz Zezé Motta. A moçambicana Graça Machel, ativista política e esposa de Nelson Mandela, a liberiana Leymah Gbowee, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2011, a tanzaniana Mama Sara Masari, a empresária Luisa Diogo, ex-primeira-ministra de Moçambique, e a sul-africana Nadine Gordiner, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura (1991), contam suas histórias comoventes e envolvem o telespectador em uma profunda reflexão da vida e da atuação da mulher no continente."

Direção: Carlos Nascimbeni

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O riso dos outros (Pedro Arantes)

Não, agora NÃO É TARDE. Graças ao horário de verão consegui cumpri a missão do dia antes de escurecer: assisti esse documentário e sinto que ele me alimentou mais do que o prato de comida no almoço.

"NADA DESCREVE MELHOR O CARÁTER DOS HOMENS DO QUE AQUILO QUE ELES ACHAM RIDÍCULO" Goethe 

E você, sabe o por quê e do quê está rindo? De que lado você samba? 
Olha, nem adianta fingir que eu vejo as coisas que você curte/compartilha aqui hein... Bora lá refletir?


"Existem limites para o humor? O que é o humor politicamente incorreto? Uma piada tem o poder de ofender? 

São essas questões que o O Riso dos Outros discute a partir de entrevistas com personalidades como os humoristas Danilo Gentili e Rafinha Bastos, o cartunista Laerte e o deputado federal Jean Wyllys, entre outros. 

O documentário mergulha no mundo do Stand Up Comedy para discutir esse limite tênue entre a comédia e a ofensa, entre o legal e aquilo que gera intermináveis discussões judiciais. 

O filme foi dirigido por Pedro Arantes, diretor de séries de humor como "As Olívias", do canal Multishow, e "Vida de Estagiário", da TV Brasil."


Direção: Pedro Arantes

domingo, 6 de outubro de 2013

Criança - A alma do negócio

Esse breve documentário é pra você que ainda consegue discernir presença de presente. Ou, talvez se o CAPETAlismo conseguiu deixar você e seus filhos suscetíveis às suas artimanhas cruéis, taí um bom instrumento para te ajudar a despertar e PARAR DE COMPRAR!



"Reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que umn adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância."

Direção Estela Renner
Produção Executiva Marcos Nisti
Maria Farinha Produções

sábado, 17 de agosto de 2013

Muito Além do Peso

Eu que sempre fui cética com esse lance de Salvação, desconfio agora que ela tá chegando meus irmãos...

Tá vindo sorrateira através de documentários como esse, que ao contrário das mídias CAPETAlistas, não tem nenhum sensacionalismo nem encenação - é tudo real! Tenho certeza que assim como eu, vocês verão seus pais, suas criações, suas ignorâncias, suas inocências, suas vulnerabilidades, suas doenças em pelo menos uma das cenas que esse filme transmite de forma tão clara que até dói os olhos e a barriga de tanta verdade!


Obesidade, a maior epidemia infantil da história.

"Um filme obrigatório para qualquer pessoa que se importe com a saúde das nossas crianças" Jamie Oliver

Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2.
Todos têm em sua base a obesidade.
O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.

CRÉDITOS: (CREDITS)

Jamie Oliver, Amit Goswami, Frei Betto, Ann Cooper, William Dietz, Walmir Coutinho, entre outros.

Direção: Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti
Direção de Produção: Juliana Borges
Fotografia: Renata Ursaia
Montagem: Jordana Berg
Projeto Gráfico: Birdo
Trilha Sonora: Luiz Macedo
Produção: Maria Farinha Filmes
Patrocínio: Instituto Alana

segunda-feira, 18 de março de 2013

O Renascimento do Parto 1

Compartilho esse filme (que acredito que em breve estará disponível para download aqui na internerd) direcionando-o não só as futuras mamães e papais amigos meus, mas à todo ser humano aqui presente que busca uma consciência racional, pura e verdadeira além da imposta pelos senhores da guerra que estão corrompendo até nossos hormônios naturais e nos drogando com ocitocina sintética e outras interferências desnecessárias frente aos preciosos processos do nascimento




"O que que via ser do nosso sistema de produção dos hormônios do amor, se eles deixam de ser utilizados, eles passarem a serem inúteis? O que significa isso a nível de civilização?"


"O ator principal do parto tornou-se o médico, homem, o produto desse nascimento é o bebê e a mulher é um sub-produto secundário... Pro surgimento do modelo obstétrico contemporâneo, era fundamental que se criasse a ideia de que as mulheres são essencialmente incopetentes/incapazes para dar conta do processo de nascimento por si mesmas"

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A Servidão Moderna

A Capivara MarGinal vai ser mamãe e está cada vez mais interessada nos assuntos do mundo que espera sua cria...


Onde o consumismo assusta, mas o producionismo é o grande coringa do jogo sujo CAPETAlista.

Que reguemos as sementes dessa nova geração com a consciência necessária para não alimentar todos os males desse sistema.
Haja resistência!

Assisti, curti e recomendo:



"A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários. 

O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de ATACAR DE FRENTE A ORGANIZAÇÂO DOMINANTE DO MUNDO.

Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.

Capítulos do Filme e do Livro:
I: Epigrafo
II: A servidão voluntária
III: A organização territorial e o habitat
V: A Alimentação
VI: A destruição do meio ambiente
VIII: A colonização de todos os setores da vida
IX: A medicina mercantil
X: A obediência como segunda natureza
XI: A repressão e a violência
XII: o dinheiro
XIII: Não há alternativa na organização social dominante
XIV: A imagem
XV: A diversão
XVI: A linguagem
XVII: A ilusão do voto e da democracia parlamentar
XVIII: O sistema mercantil totalitário
XIX: Perspectivas
XX: Epílogo

O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.

Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta."
( Jean-François Brient e Victor León Fuentes )