segunda-feira, 22 de abril de 2013

Desenhando educAÇÃO...



Me dedicarei ao máximo para ser respeitável referência e depois nos felicitarmos juntas com seus próprios voos.
Muitas cores e as mais diversas formas estarão presentes nessa trilha educATIVA composta de muito AMOR...
Ao infinito e além!

Desenho: 31-03-2013 - com a luz apagada pra não acordar a neném.

Enquanto a amamento ou ela dorme e estou desocupada (rara-mente)estudo, leio e me inspiro encantada à cada página: 




FILHOS FELIZES NA ESCOLA - Pedagogia Waldorf, o ensino pela arte - Helena Trevisan

"Relatando sua experiência com a Pedagogia Waldorf, na qualidade de mãe escolar, Helena Trevisan faz aqui seu testemunho pessoal a respeito desse método de ensino. Com uma saborosa linguagem coloquial, a autora discorre sobre as raízes dessa pedagogia 'diferente' que a encantou, bem como sobre o dia-a-dia numa Escola Waldorf, com todo o seu contexto voltado para a educação integral e harmoniosa da criança e do adolescente. Como num animado bate-papo, Helena nos apresenta como as situações etárias e temperamentais dos alunos são abordadas e conduzidas de maneira a fortalecer sua individualidade e sua relação com o ambiente, tornando-os criativos e preparados para a vida.

Com uma simpática apresentação de Gabriel Chalita, este livro é um convite para uma leitura agradável e e ao mesmo tempo entusiasmante para as escolhas pedagógicas de pais e educadores."



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Quem avisa amigo é


Me mostro tanto que sei que muitas vezes assusto
E que me esforço e invisto num modo de vida menos injusto.

Encarar a realidade e combater as poluições tem sido um grande custo
Porém minha fama vai da lama ao caos e é por onde me reajusto.


Com a mínima proteção de qualquer arbusto
De almas sinceras e calor sobrehumano quando encontro, sempre degusto.

De peito aberto, cara suja sem vaidade apresento meu busto:
Capivara MarGinal, pro sistema efeito colateral - peço perdão pelo susto
(verdade dói, sou marGinal - sou herói).

 Giselda Gil, 13:51


SelvaGi


segunda-feira, 15 de abril de 2013

SLINGAMOR

Num tempo em que até dar a luz naturalmente é uma coisa estranha e as interferências artificiais desnecessárias é que são normais, todo resgaste de formas sabiamente quentes de investir no vínculo afetivo entre humanos é muito valiosa para combater a frieza que impõem os senhores da guerra.

Compartilho para expandir:


"O sling é tão antigo quanto o homo sapiens. Para entendermos melhor vamos usar o exemplo dos primatas. Há milhões de anos esses animais já usavam seus pelos para carregar seus filhotes de um lado para o outro. Anos mais tarde começou o uso de peles e tecidos para nos vestir e carregar nossos bebês.
A maioria dos povos usou e ainda usa o sling. Em nosso mundo moderno é que se perderam vários costumes ancestrais de maternidade. Já não parimos pela vagina e numa posição vertical, já não carregamos nossos bebês como antigamente, já não amamentamos nossos bebês até quando eles próprios decidam parar, já não dormimos juntos com nossos bebês. Ainda bem que hoje tem um número considerável de mães e pais querendo resgatar essas formas de criar os filhos, adaptando à nossa realidade moderna.

Na maioria das culturas sempre se usou e ainda se usa. Esse hábito foi quebrado por um período muito curto na história ocidental. No fim do século 19 a rainha Vitoria popularizou o uso do carrinho entre as famílias ricas na Europa. Era comum e chique deixar os filhos com uma babá, que passeava com os bebês no carrinho pelos parques. Os pais não dormiam mais juntos com os bebês e achavam que não deveriam dar muita atenção a eles para não mimar. O sling foi visto como coisa de pobre. Foi aí, na primeira metade do século 20, que foi destruído o conhecimento milenar de maternar, amamentar, cuidar do bebê, parir naturalmente, dormir juntos, carregar no sling, etc. Tudo isso pelas novas crenças de não mimar o bebê.
Hoje a ciência já provou o contrário, que não existe bebê mimado e que eles precisam do contato físico para crescer saudável e se desenvolver. Eles só pedem o que é direito básico deles. O carrinho ainda é visto como um símbolo de status. Saber que as pessoas deixaram de usar o sling para utilizar o carrinho é muito frustrante. Muitas pessoas e culturas tradicionais deixaram de usar o sling porque parece "coisa de índio". Na Europa e nos Estados Unidos as pessoas usam o sling em vez do carrinho porque sabem das vantagens para seu bebê. A destruição deste conhecimento ancestral de maternar foi devastador para nossa sociedade. Há três décadas que começamos a resgatar o que foi perdido, o processo é lento, mas ganha adeptos no mundo inteiro."

Até Ogros de um Reino tão tão distante conhecem os benefícios que traz o uso do sling para carregar seus filhotes com amor e afeto.


domingo, 7 de abril de 2013

QUANDO ACABAR A MALUCA SOU EU

"Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente."


-Os dois lados do globo discutem sobre uma possível guerra nuclear;
-O kg do tomate no mercadinho ao lado = R$9,39;
-Os vizinhos curtem alto um funk obsceno com crianças numa festa;
-E gente, eu juro que não estou esmagando minha filha nesse sling e que ainda eu não como cocô.